sábado, 28 de fevereiro de 2009
O que é o tempo? (Parte VI)
sábado, 21 de fevereiro de 2009
O que é o tempo (Parte V)
- Viagens no tempo. Para a teoria do tempo de Einstein, o tempo pode ser curvado a ponto de que se possa voltar nele. Existem muitos cientistas que atá hoje tentam construir uma máquina do tempo.
- Efeitos biológicos. Nenhum experimento comprovou que existem diferenças entre a biologia de algo que é submetido a gravidades ou a velocidades muito diferentes.
Então, por isto é que Antonio resolveu escrever suas hipóteses sobre o tempo?
Re. Sim. ;-) Precisamos de hipóteses sobre o tempo que continuem confirmando o que já foi observado, e que neguem de uma vez por todas as ideias de viajens no tempo e de consequências biologicas.
Por que Antonio está utilizando relógios para explicar suas hipóteses?
Re. Porque se conseguir explicar os relógios de uma outra forma, vamos conseguir chegar as mesmas conclusões que Einstein chegou, mas sem as bizarras consequências ainda não observadas de sua teoria. Então, até o momento, expliquei como newton via um relógio. Acrescentei, apenas algo a mais, a noção de memória, pois pretendo fazer considerações psicológicas no post de fechamento desta série.
Não percam o próximo post. Ele vai começar a transformar simples relógios newtonianos em relógios einsteinianos.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O que é o tempo? (parte IV)
Que exemplo maluco! O que ele quer revelar?
O exemplo revela que qualquer relógio precisa de um terceiro elemento, além do par móvel, marcador. O terceiro elemento é a memória! Você somente foi capaz de saber que se passaram 10h porque antes sabia que o relógio indicava 12h.
Sendo assim, o nosso relógio newtoniano é formado por três elementos: móvel, marcador e memória.
No próximo post eu vou começar questionar o relógio newtoniano. Acho que este relógio vai ter que sofrer algumas alterações. Até o próximo post!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O que é o tempo? (parte III)
Vamos ao exemplo mais básico de todos. Considere o relógio analógico r da parte I, cujo ponteiro se desloca ao longo de uma fita métrica. O ponteiro é o móvel e os marcadores são os números que indicam 1cm, 2cm, ..., ncm ao longo da fita.
Já no caso do móvel mm, o hodometro é o marcador, e o próprio veículo pode ser o móvel. Tanto no caso do relógio r, quanto do móvel mm, existem outros móvies, quais poderiam ser?
No próximo post, eu vou aplicar a definição do relógio newtoniano. NÃO PERCAM!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O que é o tempo? (parte II)
A velocidade de m é dados por v=dm/dr, onde dr é o deslocamento no relógio r que é uma fita métrica. Como a aceleração de m é constante, então o espaço dm percorrido por m é sempre o mesmo para qualquer intervalo igual de dr.
Agora vamos trocar a correia do motor de m para cd2. Bem, como m não consegue manter uma aceleração constante, então vão existir diferentes d para qualquer intervalo igual de dr.
Hummm... certo, vamos ver se ficou claro. Com m(cd1) para qualquer intervalo de dr, a distância percorrida por m vai ser a mesma. Já com m(cd2) para qualquer intervalo de dr, a distância percorrida por m será diferente. Tranquilo até aqui! ;-)
Mas, o que podemos concluir?
- Para m(cd1) vm=dm/dr é constante.
- Para m(cd2) vm=dm/dr não é constante.
Então, vamos a mais um exemplo, mas agora acrescentaremos o móvel mm, que é mais potente do que m. O móvel mm só usa correias dentadas do tipo cd2, ou seja, ele não consegue manter a aceleração constante. Como vmm = dmm/dr é equivalente a dizer que vmm = dmm/dm, ou seja, para qualquer intervalo constante de um você obtem um intervalo constante do outro. Que curioso!!
Então, m(cd1) pode ser considerado um relógio? A resposta é sim!!
No próximo post eu vou explicar melhor esta história. Não percam.
domingo, 18 de janeiro de 2009
O que é o tempo? (parte I)
Seja vm=d/t, onde, vm é a velocidade média medida em função do desolocamento d do móvel e tempo t decorrido. Este exemplo trata de uma abordagem puramente newtoniana, portanto não relativista, mas o exemplo gradativamente passará a ser relativista.
Agora, considere um relógio um pouco diferente. Ele marca os segundos ao longo de uma fita métrica, de modo que cada centimetro percorrido pelo ponteiro, corresponde a um segundo do relógio. Se utilizarmos este relógio para marcação do tempo de deslocamento de um móvel, a função poderia ficar assim: vm=d/dr, onde dr é o deslocamento do ponteiro do relógio ao longo da fita métrica. Daí, se d = 40 m e dr = 10 seg ou dr= 10cm, então, v=4m/s ou v=4m/cm , ou seja, enquanto o ponteiro do relógio percorre um centimento da fita métrica, o móvel percorre 4 metros da pista.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Um algoritmo para degenerar conjuntos
- O conjunto vazio está contido em qualquer conjunto Sk e no conjunto M, portanto Sk inter inter M inter vazio = vazio;
- Se w é um elemento de Sk, então w goza da propriedade Pk;
- Se w é um elemento de M, então w goza da propriedade Pm;
- Se w sofrer alguma mudança, tal que, w deixe de gozar da propriedade Pk de Sk, então, w passa a pertencer a M gozando da propriedade Pm, onde m(Ei, Pk) faz com que o elemento Ei passe a gozar da propriedade Pk;
- N(Sk) revela quantos elementos o conjunto Sk tem;
Para k = 1 até n - 1 faça
num = N(Sk);
Para i = 1 até num
m(Ei, Pk+1);
Sk = v;
m(Sn, p1);
Sn = v;
num = N(M);
per = false;
para i = 1 até num faça
para k = 1 até n faça
per = Per(Ei, Sk);
per sempre será false, pois qualquer elemento de M não pertence mais a qualquer conjunto de U. Para conjuntos de elemento multáveis é necessário definir uma idéia diferente de conjunto vazio. FALTA DEFINIR.